SÃO PAULO — O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou nesta quarta-feira, 9, que não pretende construir uma carreira política. Durante visita à 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, disse que quer atuar apenas como uma transição para um novo modelo de País.
Cury avaliou que o eleitor vive um “desânimo sem precedente” com a política. Também afirmou que o Brasil enfrenta uma “epidemia de corrupção” e está “cooptado por famílias”, além de ser marcado por uma “política de ego” e partidária.
Projeto de pacificação
O candidato voltou a defender a formação de um grupo com especialistas, gestores de empresas e políticos sem histórico de corrupção. A proposta foi apresentada como um projeto de pacificação nacional.
“Eu não quero fazer carreira política, eu quero ser apenas a transição”, declarou Cury. Em outro momento, afirmou que não busca apenas o voto, mas o apoio das pessoas para compreender as propostas voltadas à pacificação do país.



