São Paulo, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Bancada feminina pode chegar a 22 senadoras em 2027, aponta levantamento

Projeções indicam sete mulheres a mais no Senado, mas elas ainda ocupariam apenas 27,1% das 81 cadeiras da Casa.

Bancada feminina pode chegar a 22 senadoras em 2027, aponta levantamento

A bancada feminina no Senado pode passar de 15 para 22 integrantes após as eleições de 2026, segundo levantamento baseado nas pesquisas eleitorais mais recentes. O aumento seria de sete vagas, ou 46,6%, mas as mulheres ainda representariam 27,1% dos 81 titulares da Casa.

Das 54 cadeiras em disputa, 16 — 29,6% — podem ficar com mulheres. Nove senadoras encerram os mandatos em 1.º de fevereiro de 2027, enquanto 16 candidatas aparecem como possíveis eleitas ou reeleitas em 14 Estados e no Distrito Federal. Outras seis têm mandato até 2031.

A eleição renovará dois terços do Senado. Cada unidade federativa escolherá dois representantes para mandatos de oito anos. As pesquisas apontam que candidatas lideram as intenções de voto em dez Estados e no Distrito Federal, que pode ser a única unidade a eleger duas mulheres.

No Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL-DF) aparece com 26% das intenções de voto na pesquisa Quaest divulgada em 23 de setembro. Leila do Vôlei (PDT-DF), com 19%, busca a reeleição. Erika Kokay (PT-DF) e Bia Kicis (PL-DF) têm 15% cada uma.

O levantamento considerou as duas primeiras posições das pesquisas da Quaest divulgadas de 22 a 25 de setembro. Para o Piauí, foram usados números do Atlas publicados na terça-feira, 29. A presença de votos brancos e nulos e de eleitores indecisos pode alterar o cenário. Os dados são indicativos, não previsões de resultado.

A renovação prevista para 2027 pode incluir 11 novas senadoras. Entre as candidatas estão as ex-primeiras-damas Gracinha Caiado (União-GO), Marina JHC (PSDB-AL), Rayssa Furlan (Podemos-AP) e Michelle Bolsonaro. Leila e Zenaide Maia (PSD-RN) aparecem nas pesquisas como candidatas à reeleição. Eliziane Gama (PT-MA) e Soraya Thronicke (PSB-MS) podem não retornar.

Também estão cotadas para voltar ao Senado Marina Silva (Rede-SP), Benedita da Silva (PT-RJ) e Roseana Sarney (MDB-MA). Outras candidatas permanecem dentro da margem de erro de 3 pontos porcentuais, embora fora das duas primeiras posições: Gleisi Hoffmann (PT-PR), Simone Tebet (PSB-SP), Cristina Graeml (PSD-PR), Mara Rocha (Republicanos-AC), Luizianne (Rede-CE), Maguinha Malta (PL-ES), Rose de Freitas (MDB-ES), Samanda de Lula (PT-RN), Mariana Carvalho (Republicanos-RO) e Helena da Asatur (PSD-RR), além de Eliziane e Soraya.

Entre as atuais senadoras, Daniella Ribeiro (PP-PB) passou a integrar a suplência de Nabor Wanderley (Republicanos-PB). Dra. Eudócia (PSDB-AL) também disputará como suplente, na chapa de Marina JHC. Mara Gabrilli (PSD-SP) lançou candidatura à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Roberta Acioly (Republicanos-RR) tenta uma vaga na Câmara dos Deputados, enquanto Ivete da Silveira (MDB-SC) decidiu não concorrer.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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