São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Dino abre investigação sobre recursos públicos ligados ao filme sobre Bolsonaro

Ministro do STF determinou o envio de documentos e equipamentos à Polícia Federal e apontou possível conexão entre os inquéritos.

Dino abre investigação sobre recursos públicos ligados ao filme sobre Bolsonaro

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo dos documentos enviados pela Justiça de São Paulo sobre o possível uso de dinheiro público na gravação de “Dark horse”, filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi informada neste domingo (13).

O material foi produzido em uma investigação da Polícia Civil paulista sobre um contrato entre a prefeitura de SP e o Instituto Conhecer Brasil. A organização é comandada pela jornalista Karina Ferreira da Gama, que também é proprietária da Go Up Entertainment, responsável pela produção do filme.

A ONG teria recebido emendas do deputado federal Mario Frias (PL-SP), produtor-executivo e roteirista de “Dark horse”. Frias foi secretário Especial da Cultura no governo de Bolsonaro. O deputado afirma que os recursos enviados ao Instituto Conhecer Brasil foram destinados a projetos sociais.

Também há uma investigação sobre o caso na Polícia Federal. Dino quer unificar os dois procedimentos e transferi-los para a PF. Na semana passada, o ministro autorizou buscas na casa de Mario Frias e na de Karina Ferreira da Gama.

Material apreendido

A decisão determina que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo entregue à Polícia Federal todo o material bruto extraído de celulares apreendidos pela Polícia Civil paulista. Também deverão ser enviados os aparelhos, computadores e documentos recolhidos.

Dino apontou indícios de conexão entre os inquéritos e citou a hipótese de uma organização criminosa voltada à captação, circulação e ocultação de recursos públicos. O ministro também registrou uma linha de investigação sobre possíveis vínculos do grupo com uma facção criminosa.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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