São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Fábrica da Coca-Cola em Jundiaí recebe R$ 360 milhões para ampliar retornáveis

Unidade, considerada a maior da companhia no mundo, mais que dobrou a capacidade de envase e prevê economizar 30 mil litros de água por dia.

Fábrica da Coca-Cola em Jundiaí recebe R$ 360 milhões para ampliar retornáveis

A maior fábrica da Coca-Cola no mundo está no município do interior de São Paulo e produz mais de 2 bilhões de litros de bebidas por ano. Desde 2024, a unidade recebe R$ 360 milhões em investimentos para ampliar a capacidade industrial e modernizar processos.

A expansão está concentrada em duas frentes: garrafas retornáveis e sistemas de tratamento e reaproveitamento de água. Do total, R$ 191 milhões foram destinados à nova linha de embalagens retornáveis e a processos relacionados a esse modelo. Outros R$ 97,5 milhões foram aplicados na infraestrutura de tratamento de água.

Segundo Mario Schafascheck, diretor de Supply Chain da Coca-Cola FEMSA Brasil, o investimento busca atender ao aumento da demanda e atualizar os equipamentos da operação. “A demanda está pedindo, e aí investimos”, afirmou.

Mais capacidade para garrafas retornáveis

A nova estrutura elevou a capacidade de envase de garrafas retornáveis de cerca de 24 mil para 50 mil unidades por hora. A fábrica distribui sua produção por 14 centros de distribuição, e cerca de 90% do volume fabricado permanece no estado de São Paulo.

Depois do consumo, as garrafas retornam à fábrica para separação, higienização e inspeção. As embalagens em condições adequadas voltam à linha de produção. As demais são retiradas da operação e encaminhadas para reciclagem.

Para a empresa, o modelo permite elevar a produção sem aumentar na mesma proporção o uso de recursos naturais. Schafascheck também afirmou que a nova linha aumenta a capacidade e reduz o consumo de água.

Tratamento e reaproveitamento de água

Dos mais de R$ 360 milhões previstos para o período entre 2024 e 2026, aproximadamente R$ 97,5 milhões foram destinados aos sistemas de tratamento de água. O projeto prevê a modernização das estruturas de tratamento de água e efluentes e o reaproveitamento do recurso em atividades industriais que não exigem água potável, como refrigeração, limpeza e lavagem das embalagens.

A companhia estima uma economia de 30 mil litros de água por dia na unidade. De acordo com o diretor, a redução passou a ser observada na operação em agosto deste ano.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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