São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Mercado em tempo real
Economia

China reduz juros e subsidia financiamento do primeiro imóvel

Medida prevê desconto de 1 ponto porcentual em financiamentos de até 1 milhão de yuans e amplia linhas para setores estratégicos.

China reduz juros e subsidia financiamento do primeiro imóvel

A China anunciou subsídio aos juros de financiamentos para a compra do primeiro imóvel e ampliou linhas de crédito voltadas à economia. O pacote inclui redução de juros e recursos adicionais para agricultura, pequenas empresas, infraestrutura, inovação tecnológica e companhias privadas.

A partir de 1º de outubro, o governo vai subsidiar em 1 ponto porcentual os juros de financiamentos de até 1 milhão de yuans, equivalente a US$ 149 mil. O benefício será destinado à compra do primeiro imóvel, desde que a unidade tenha até 120 metros quadrados e preço inferior a 1,5 milhão de yuans, ou US$ 223,5 mil.

A política terá vigência inicial de um ano. Cada empréstimo poderá receber o subsídio por até cinco anos. De acordo com o Banco do Povo da China, considerando as taxas atuais, a medida reduz em cerca de um terço o custo do financiamento.

Em outra decisão, o banco central chinês cortou em 0,25 ponto porcentual a taxa do Empréstimo Suplementar com Garantia, de 1,75% para 1,5%. O instrumento também passou a financiar seis áreas de infraestrutura, incluindo redes hídricas, elétricas, de capacidade computacional e logística.

A linha de repasse para inovação e modernização tecnológica recebeu 200 bilhões de yuans adicionais e chegou a 1,4 trilhão de yuans. Para agricultura e pequenas empresas, o aumento foi de 500 bilhões de yuans, elevando o total para 4,85 trilhões de yuans.

Desse montante, 300 bilhões de yuans serão destinados a empresas privadas. O Banco do Povo da China afirmou que manterá uma política monetária "moderadamente expansionista" e liquidez abundante.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.