São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Pai de radiologista contesta suicídio; PM seguirá preso após custódia

Edson Morata disse que a filha queria se separar e classificou o relacionamento com o policial como complicado.

Pai de radiologista contesta suicídio; PM seguirá preso após custódia

Edson Morata, pai da radiologista Larissa Cruz Morata, afirmou que a filha queria se separar do policial militar Vinícius Costa Silva e não acredita na hipótese de suicídio. Larissa foi encontrada morta no domingo (6), no banheiro da casa onde vivia com o PM, em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo.

“Ela conversava muito com a minha mãe, ela ligou [minutos antes de morrer] falando que ia se separar. O moleque dela era tudo pra ela, ela era uma supermãe. Ele é que era possessivo”, disse Edson à TV Brasil.

Silva passou por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (8) e continuará preso. Ele havia sido detido nesta segunda-feira (7), durante o velório da vítima. O casal tinha um filho de 2 anos, e Larissa tinha 29 anos.

À polícia, o PM afirmou que encontrou a esposa caída no cômodo e declarou que ela teria cometido suicídio depois que ele anunciou a intenção de terminar o relacionamento. A família contesta essa versão.

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a prisão foi decretada após as investigações apontarem indícios de crime na dinâmica dos fatos e nos elementos encontrados. O caso foi registrado como “morte suspeita”.

Vinícius está detido no Presídio Militar Romão Gomes (PMRG), na zona norte da capital paulista.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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