São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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MenQuadfi passa a incluir bebês desde as primeiras semanas de vida

Anvisa autorizou o uso da vacina contra os sorogrupos A, C, W e Y em crianças a partir de 6 semanas.

MenQuadfi passa a incluir bebês desde as primeiras semanas de vida

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a aplicação da vacina MenQuadfi em bebês a partir de 6 semanas de idade. A indicação vale para a prevenção da doença meningocócica invasiva causada pelos sorogrupos A, C, W e Y da bactéria Neisseria meningitidis, em crianças e adultos.

A decisão foi baseada em estudos clínicos de segurança. A análise incluiu cerca de 6 mil bebês com idade entre 6 semanas e menos de 12 meses, que receberam pelo menos uma dose em diferentes esquemas vacinais. Também foram avaliados dados de pouco mais de 5 mil crianças que receberam reforço a partir dos 12 meses de idade.

De acordo com a Anvisa, os resultados mostraram um perfil de segurança compatível com o esperado para vacinas meningocócicas conjugadas. Não foram identificadas novas preocupações relevantes relacionadas à segurança do produto.

A MenQuadfi é administrada por via intramuscular e já tinha indicação para outras faixas etárias. Com a ampliação, bebês passam a integrar o público autorizado, incluindo um grupo com maior risco de complicações graves no primeiro ano de vida.

A Neisseria meningitidis pode ser transmitida por gotículas de secreção e atingir o sistema respiratório superior. Em alguns casos, a bactéria invade a corrente sanguínea e provoca uma infecção de evolução rápida. Segundo a Anvisa, a letalidade fica em torno de 10%, e até 20% dos sobreviventes podem desenvolver sequelas permanentes e incapacitantes.

A agência também aprovou o registro do Voraxaze (glucarpidase), para adultos e crianças com mais de 28 dias de vida. O medicamento reduz concentrações tóxicas de metotrexato em pacientes com insuficiência renal aguda ou atraso na eliminação da substância.

O metotrexato é um imunossupressor usado em altas doses no tratamento de alguns tipos de câncer. A glucarpidase quebra o composto e reduz rapidamente sua concentração no sangue, permitindo uma via de eliminação alternativa à renal.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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