São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Gil do Vigor cobra punição após episódio envolvendo João Victor no Rock in Rio

Influenciador relembrou o bullying que sofreu e afirmou que ataques homofóbicos não podem ser tratados como entretenimento.

Gil do Vigor cobra punição após episódio envolvendo João Victor no Rock in Rio

Gil do Vigor pediu punição aos responsáveis pelos ataques homofóbicos relatados pelo ator João Victor Gonçalves na chegada à Cidade do Rock, no primeiro dia do Rock in Rio. O episódio ocorreu na madrugada deste sábado (6).

João Victor, de 24 anos, interpreta Mau Mau na novela Quem ama cuida, da TV Globo. Vídeos que circularam nas redes sociais mostram o ator sendo hostilizado por três jovens, que debocham das roupas usadas por ele.

Após o episódio, João Victor comentou o caso em um story no Instagram e chorou. O ator afirmou que a situação refletia o conflito vivido por seu personagem, um jovem que descobre sua homossexualidade e enfrenta o preconceito do avô, interpretado por Tony Ramos. Na novela das 21 horas, Mau Mau encara a homofobia estrutural dentro de casa.

Apoio de Gil do Vigor

Em um vídeo, Gil gravou uma mensagem de solidariedade e afirmou: “A forma como eu me visto não é entretenimento, o meu jeito não é entretenimento, as violências que eu sofro não é entretenimento.” Ele também relembrou os episódios de bullying que sofreu na infância por causa de seu jeito de ser.

O influenciador criticou a tentativa de reduzir denúncias de homofobia a “mimimi” e disse que apenas quem passa por esse tipo de violência sabe como ela pode marcar uma vida. Ao comentar a situação, questionou “Até quando?” e defendeu que os responsáveis sejam punidos.

João Victor também havia afirmado, após o episódio, que homofobia não é entretenimento. O ator é conhecido por interpretar Mau Mau, personagem descrito por ele como forte, valente e disposto a enfrentar o preconceito.

Em 2019, o Supremo Tribunal Federal decidiu enquadrar a homofobia como crime. Os ministros determinaram a aplicação da legislação sobre racismo a práticas discriminatórias desse tipo e apontaram a omissão do Congresso Nacional por não ter criado uma medida até então. A legislação prevê reclusão de um a cinco anos, prestação de serviços à comunidade ou multa.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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