Luciano Hang, dono da Havan, afirmou que policiais abordaram um homem que colocou fogo sob uma estátua da rede. Segundo o empresário, os agentes determinaram que ele apagasse as chamas e, depois, o homem foi liberado.
Hang disse que uma eventual prisão poderia ser seguida de soltura em audiência de custódia. Nas redes sociais, ele também declarou que ocorrências envolvendo lojas da Havan aumentaram 128% entre janeiro e julho deste ano.
O empresário associou a alta ao crescimento do número de pessoas em situação de rua, que, conforme sua afirmação, quase dobrou nos últimos quatro anos. Para Hang, esse cenário estaria ligado à percepção de impunidade.
“É esse sentimento de impunidade que revolta o brasileiro”, escreveu.
Hang defendeu a adoção de medidas de atendimento e internação para pessoas em situação de rua. Na avaliação dele, depois do tratamento, essas pessoas deveriam ser encaminhadas para retomar a vida e ingressar no mercado de trabalho.
“É preciso dar tratamento, fazer internação compulsória”, declarou.



