São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Corregedoria vai apurar abordagem que terminou com detenção de suplente em SC

Fernanda Klitzke foi detida após intervir em uma ocorrência iniciada por reclamação de som alto em Jaraguá do Sul.

Corregedoria vai apurar abordagem que terminou com detenção de suplente em SC

A Corregedoria-Geral da Polícia Militar de Santa Catarina vai apurar a atuação dos policiais em uma ocorrência que terminou com a detenção da advogada Fernanda Klitzke, 2ª suplente na chapa ao Senado de Décio Lima (PT). O caso ocorreu na noite deste sábado (12), em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina.

A PM informou que foi acionada por volta das 20h15min para atender uma ocorrência de perturbação do sossego e ameaça. Uma moradora relatou que pediu a redução do volume do som de um veículo estacionado em frente à residência. Segundo ela, o barulho havia provocado intensa agitação em seu filho, que possui transtorno do espectro autista (TEA).

De acordo com o registro policial, o homem apontado pela solicitante foi localizado em uma residência próxima. A corporação afirma que ele resistiu às determinações dos agentes e proferiu ofensas contra a equipe, o que levou à prisão.

Abordagem e detenções

Fernanda estava em um encontro ligado a apoiadores do PT e teria se apresentado como advogada do motorista para orientá-lo. A PM afirma que duas mulheres interferiram fisicamente na condução dos envolvidos. Uma policial militar sofreu uma lesão na mão e recebeu atendimento médico.

Imagens da ocorrência mostram Fernanda sendo derrubada, atingida por chutes e alvejada nas pernas por disparos de bala de borracha. O vídeo também registra um policial direcionando a arma para pessoas que acompanhavam a abordagem. Fernanda foi levada à delegacia com o motorista e outra mulher. Ao todo, três pessoas foram conduzidas para os procedimentos cabíveis.

A versão apresentada por testemunhas é de que Fernanda tentava acompanhar e orientar os envolvidos como advogada e não ofereceu resistência. O PT de Santa Catarina afirmou que pediu ao Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) uma “apuração urgente sobre o episódio”.

Após ser liberada, Fernanda recebeu atendimento médico e foi para casa. O comando da Polícia Militar de Jaraguá do Sul declarou que os fatos serão “integralmente apurados pela Corregedoria-Geral” da corporação, responsável por analisar as circunstâncias da ocorrência e a atuação policial.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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