São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Chave reserva facilita furto de Omoda híbrido por três menores em Florianópolis

Polícia Militar encontrou o veículo sem placas no bairro Estreito após fuga em alta velocidade e colisão com uma motocicleta.

Chave reserva facilita furto de Omoda híbrido por três menores em Florianópolis

Uma chave reserva deixada dentro de um Omoda 5 permitiu que duas crianças e um adolescente levassem o veículo no domingo (6), em Florianópolis. Avaliado em R$ 159 mil, o carro estava estacionado na Rua 14 de Maio, no bairro Capoeiras, e seria entregue a uma concessionária na terça-feira (8).

A Polícia Militar informou que o grupo acionou o motor e iniciou uma fuga em alta velocidade pela região continental da cidade. Durante o deslocamento, o automóvel bateu em uma motocicleta. O adolescente de 12 anos teria conduzido o carro após o furto.

Localização do veículo

A PM foi chamada e iniciou buscas depois de receber a informação de que o automóvel havia parado no bairro Estreito. Os agentes encontraram o Omoda 5 sem placas e abordaram os envolvidos. O grupo foi levado à Central de Plantão Policial junto com o veículo recuperado, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.

A Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle) informou que as crianças, de 10 e 11 anos, e o adolescente de 12 anos teriam aprendido noções de direção jogando videogame. O delegado Victor Dutra Harger, titular da unidade, afirmou que eles demonstraram conhecimento sobre o controle de veículos, especialmente na seleção do câmbio automático. O modelo é automático e híbrido.

Medidas previstas

Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), apenas o jovem de 12 anos é considerado adolescente. Se a investigação identificar ato infracional análogo a crime, ele poderá ser submetido a medida socioeducativa.

As duas crianças ficam sujeitas a medidas de proteção do Conselho Tutelar. Até o momento, não há indícios de responsabilidade penal dos pais ou responsáveis legais. Caso sejam constatadas negligência ou falha no dever de guarda, o Conselho Tutelar e o Ministério Público poderão adotar medidas protetivas.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias anteriores ao furto, incluindo a situação familiar e a rotina do grupo, com apoio da rede de proteção.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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