São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Warner Chapell notifica campanha de Renan Santos por uso de música em jingle

Gravadora afirma que não autorizou o uso de “Bete Balanço” e deu 48 horas para a campanha se manifestar.

Warner Chapell notifica campanha de Renan Santos por uso de música em jingle

A Warner Chapell notificou extrajudicialmente a campanha presidencial de Renan Santos, do Missão, pelo uso da música “Bete Balanço”, de Cazuza e Frejat, em conteúdos eleitorais publicados nas redes sociais. A gravadora afirma que não autorizou a utilização da obra e que a campanha descumpriu a legislação eleitoral.

A notificação foi datada de 22 de setembro e identificou quatro publicações de páginas ligadas ao candidato com o uso da canção. Em uma delas, o Instagram informa que a trilha sonora foi removida. A campanha de Renan não havia se manifestado até a publicação do conteúdo, e o espaço permanece aberto.

Jingle da campanha

Há cerca de 10 dias, Renan lançou o jingle “Vote na Onça”, uma paródia da música. A letra menciona o mascote do partido e termina com o trecho: “Aperta o 14, agora”.

No documento enviado ao candidato, a Warner Chapell afirma que “o uso de obras artísticas ou a criação de paródias destinadas a jingles de campanha exige obrigatoriamente a autorização expressa do autor ou titular dos direitos autorais”.

A empresa solicitou que a campanha entre em contato em até 48 horas após o recebimento da notificação. Caso contrário, disse que poderá adotar medidas administrativas e judiciais para interromper e pedir indenização pelo uso não autorizado.

Intenções de voto

Renan Santos tem 3% das intenções de voto no primeiro turno, conforme pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28). Ele aparece numericamente atrás de Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), com 4% cada.

Flávio Bolsonaro (PL) registra 34%, enquanto Lula tem 39%, de acordo com o levantamento citado.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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