São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Bancada do PT contesta afastamento de diretores da Polícia Federal

Deputados acusam André Mendonça de interferência no Executivo e de favorecer Flávio Bolsonaro em decisão liminar.

Bancada do PT contesta afastamento de diretores da Polícia Federal

A bancada do PT na Câmara dos Deputados contestou a decisão liminar do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues. O posicionamento foi divulgado nesta terça-feira (8).

Em nota, os parlamentares afirmaram que Mendonça interferiu nas atribuições do Poder Executivo e atuou politicamente para favorecer o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O partido também sustentou que há impedimento legal para o ministro analisar fatos nos quais se considera parte atingida.

“Não cabe a um ministro do Supremo, por decisão individual, reorganizar a cúpula de um órgão do Executivo”, afirmou a bancada. Os deputados disseram que o afastamento pretende constranger investigações relacionadas ao caso do Banco Master que atingem aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A medida também alcançou o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada da Costa. Mendonça alegou suposta espionagem contra seu gabinete e afirmou ter identificado seis relatórios internos, produzidos em agosto, sobre sua atuação e seus contatos com o advogado-geral da União, Jorge Messias.

A 2ª Turma do STF formou maioria para referendar os afastamentos, mas a análise foi suspensa após pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Em solidariedade a Andrei Passos Rodrigues, onze coordenadores da Polícia Federal colocaram os cargos à disposição.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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