São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Plano de Flávio prevê Caixa como operadora de políticas públicas

Daniella Marques disse que o banco será mantido e deverá apoiar negócios; ela também falou sobre diálogo com partidos do centro.

Plano de Flávio prevê Caixa como operadora de políticas públicas

A Caixa Econômica Federal deverá permanecer sob controle público e atuar como operadora de políticas públicas caso Flávio Bolsonaro seja eleito presidente, afirmou Daniella Marques, coordenadora do plano econômico do candidato. Ela disse que o banco também terá a função de apoiar o desenvolvimento de negócios.

A declaração foi dada nesta segunda-feira, 21, durante entrevista da qual também participou Maria Claudia Bucchianeri, advogada da campanha. Marques afirmou que a proposta não é vender instituições consideradas necessárias e estratégicas. “Queremos ir em cima daquelas que não fazem sentido de existir, e é um buraco sem fundo e um cabideiro de emprego”, disse.

Mensagens de servidores

Segundo Marques, funcionários da Caixa têm procurado suas redes sociais para perguntar sobre o futuro do banco. Ela atribuiu os questionamentos à circulação de informações sobre demissões e privatização durante a greve. “Não se desinformem”, afirmou aos servidores.

A coordenadora disse que, por ter presidido a instituição, continua sendo acompanhada por trabalhadores da Caixa. No plano de governo, segundo ela, o banco será um “motor de prosperidade” e um instrumento de fomento de negócios.

Relação com partidos do centro

Marques também afirmou que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro deverá manter diálogo com partidos do centro. Para ela, a experiência do governo Jair Bolsonaro serviu de aprendizado para os técnicos que poderão atuar na próxima administração.

A administradora disse ainda que Flávio defende o equilíbrio entre as instituições. O candidato, porém, tem criticado a atuação do Supremo Tribunal Federal e defendido o impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Conforme Marques, o discurso dele é conciliador e busca recuperar a credibilidade das instituições.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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