O Oeste de Santa Catarina está entre as áreas com maior risco de tempestades severas nesta segunda-feira (21). O aviso da Epagri/Ciram é válido das 8h às 23h59min e abrange todas as regiões do Estado, com atenção especial para o Oeste.
A previsão inclui chuva forte, descargas elétricas, rajadas de vento e queda de granizo. A instabilidade está associada à passagem de uma frente fria, ao calor e ao fluxo intenso de umidade. Segundo a Epagri/Ciram, as tempestades severas podem ocorrer de forma localizada, mas alcançar áreas mais amplas no Oeste.
Vento e chuva
Os ventos devem soprar de noroeste a sudoeste, com intensidade moderada e rajadas entre 60 e 100 km/h. As máximas permanecem entre 27°C e 35°C antes da chegada da frente fria.
A chuva pode atingir acumulados de 80 a 100 milímetros em pontos do Extremo-Oeste, Oeste, Meio-Oeste e Planalto Sul durante o período do aviso. A Epagri/Ciram ressalta que os volumes podem variar entre as cidades.
A concentração de chuva em pouco tempo pode causar alagamentos, enxurradas e elevação rápida de rios. As rajadas também elevam o risco de queda de árvores e galhos, destelhamentos e danos à rede elétrica.
Para a Defesa Civil estadual, a instabilidade deve chegar primeiro a áreas próximas da divisa com o Rio Grande do Sul e avançar pelo Estado. À tarde e à noite, novas tempestades devem se formar inicialmente no Oeste e depois atingir outras regiões catarinenses.
Na madrugada de terça-feira (22), ainda pode chover e ocorrerem temporais isolados. Com o afastamento da frente fria, uma massa de ar frio deve avançar sobre Santa Catarina e provocar queda acentuada nas temperaturas.
Durante os temporais, a orientação é buscar abrigo e manter distância de árvores, postes, placas e estruturas metálicas. Também é recomendado não atravessar áreas alagadas ou vias com correnteza e prender objetos que possam ser carregados pelo vento.
Em emergências, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199, e o Corpo de Bombeiros, pelo 193. Os moradores devem acompanhar os avisos oficiais, porque as áreas de risco podem ser atualizadas conforme a evolução das tempestades.



