São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Plano de Augusto Cury prevê semipresidencialismo e limite para ministros do STF

Documento do candidato do Avante reúne 18 projetos e 20 teses, com propostas para economia, educação, segurança e meio ambiente.

Augusto Cury propõe mandato de oito anos no STF e semipresidencialismo
Foto: © Divulgação

O programa de governo de Augusto Cury (Avante) propõe a adoção do semipresidencialismo, mandato de oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a criação de uma diplomacia econômica. O documento é dividido em 18 projetos e 20 teses e apresenta três reformas centrais.

A educação em tempo integral aparece como principal prioridade estratégica. O plano prevê atividades de debates, artes, esportes e convivência, além de mudanças no ensino médio e nas universidades. O eixo Brasil Neuroinclusivo propõe uma política permanente para pessoas com autismo, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), dislexia e altas habilidades.

Na área social, a iniciativa Mulheres Vivas prevê ações contra o feminicídio, botões de alerta, monitoramento de agressores e prioridade para vítimas de violência em programas de qualificação, empreendedorismo e empregabilidade. O documento também sugere a indicação de mulheres ao STF.

Economia e produção

O programa propõe a criação do Ministério do Empreendedorismo e da Economia Distribuída, de 10 mil clubes de Empreendedorismo e do Banco do Empreendedor. A instituição ofereceria crédito de até R$ 20 mil, com juros reduzidos, e incentivos a beneficiários do Bolsa Família.

Para as favelas, o plano prevê regularizar até 5 milhões de moradias em dez anos e financiar 2 milhões de pequenos empreendedores locais, com crédito de R$ 2 mil a R$ 20 mil.

O projeto Brasil Oásis busca transformar o semiárido em uma fronteira agrícola, duplicar a produção de alimentos e multiplicar por dez as exportações de frutas em uma década. O Agroindústria Brasil prevê 10 mil agroindústrias no interior e 100 usinas de etanol de milho no Nordeste.

Relações exteriores, saúde e segurança

Na política externa, o documento propõe reestruturar as embaixadas brasileiras e deslocar efetivo diplomático dos Estados Unidos e da Europa para mercados emergentes. Também sugere um fundo internacional para combater a fome, com mobilização anual entre US$ 177 bilhões e US$ 342 bilhões.

Na saúde, o Tele Saúde Brasil estipula atendimento em até 30 minutos para casos compatíveis. O plano ambiental estabelece a meta de alcançar 90% de matriz energética limpa até 2040. Na segurança pública, a proposta é integrar as polícias estadual e federal e criar a Força de Combate Municipal (Foco).

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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