São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Obra embargada desaba na zona leste e deixa mortos e desaparecidos

Tarcísio afirmou que a construção tinha indícios de irregularidades, mas disse que laudos e investigação ainda vão apontar as causas do colapso.

Obra embargada desaba na zona leste e deixa mortos e desaparecidos

Um prédio em construção desabou sobre uma casa na zona leste de São Paulo, matou ao menos duas mulheres e deixou quatro pessoas desaparecidas, informou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) neste sábado (12). Um adulto e uma criança foram resgatados com vida.

Tarcísio afirmou que informações preliminares indicam que a obra estava embargada e que andares teriam sido construídos além do previsto no projeto autorizado. Segundo ele, ainda serão necessários laudos e investigação para determinar as causas do desabamento.

O governador avaliou que o colapso pode estar ligado a um problema estrutural ou a uma deficiência na fundação, e não diretamente à chuva. “Se tivesse sido feito da forma correta, não colapsaria em função da chuva”, disse.

A ocorrência aconteceu em meio à atuação de uma faixa de instabilidade sobre o estado. A previsão citada pelo governador indica chuva intermitente até segunda-feira (14). A frente deve perder força ao longo do fim de semana, mas o acúmulo de água mantém o risco de deslizamentos.

Chuva afeta vias e municípios

Na capital, trechos da marginal Tietê ficaram bloqueados por alagamentos na manhã deste sábado. Tarcísio afirmou que o sistema de bombeamento operava na capacidade máxima nas estruturas de Traição e Pedreira e nas barragens de Pirapora e Rasgão. O governo também administrava a vazão da barragem da Penha, na zona leste.

No Vale do Ribeira, Eldorado e Iporanga estão entre os municípios mais atingidos e receberão ajuda humanitária. Em Eldorado, uma barreira caiu no km 104 da rodovia SP-165, que passou a operar em sistema especial. Em Pariquera-Açu, ventos derrubaram tendas no Centro de Eventos Imigrantes e provocaram o cancelamento de um evento. Não houve vítimas.

O rio Ribeira de Iguape subiu, mas não havia, até a tarde deste sábado, medição oficial que confirmasse o alcance da cota de alerta ou de transbordamento.

Segundo balanço citado por Tarcísio, 160 pessoas estavam desalojadas e 23, desabrigadas no estado. A Defesa Civil registrava 25 ocorrências relacionadas ao mau tempo, incluindo alagamentos, quedas de árvores, deslizamentos, desabamentos e danos em imóveis.

O governador também citou Sumaré, Monte Mor, Piedade e Avaré entre os municípios impactados, além de Francisco Morato, Franco da Rocha, Ferraz de Vasconcelos, Guarujá, São Sebastião e Caraguatatuba. As escolas estaduais devem funcionar normalmente na segunda-feira (14).

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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