São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Maioria em São Paulo rejeita privatização de metrô, trens e Porto de Santos

Pesquisa Datafolha mostra aumento da oposição à concessão das linhas de transporte e do porto à iniciativa privada.

Reprovação à privatização de metrô e trem cresce em São Paulo

A maioria dos paulistas é contrária à privatização das linhas de metrô e trem e do Porto de Santos, segundo levantamento Datafolha divulgado nesta segunda-feira (13). A oposição à transferência dos serviços para a iniciativa privada cresceu em relação à pesquisa anterior, realizada em março de 2023.

No caso do metrô, 56% dos entrevistados disseram ser contra a privatização, alta de 9 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. A parcela favorável caiu de 48% para 37%.

A rejeição à privatização das linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aumentou 8 pontos percentuais e chegou a 53%. Os que apoiam a medida somam 39%, ante 49% em 2023.

Porto de Santos

A oposição também aparece em relação ao Porto de Santos. Metade dos entrevistados, ou 50%, afirmou ser contrária à privatização, avanço de 5 pontos percentuais desde 2023. O grupo favorável à desestatização passou de 43% para 31%.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu a privatização do porto em 2023. Ao participar de um fórum realizado pelo grupo Voto, afirmou: “Quero privatizar o Porto de Santos porque isso é a diferença entre prosperidade e pobreza na Baixada Santista”.

A privatização do porto era uma das bandeiras de Tarcísio quando ele ocupava o cargo de ministro do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Depois da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022, o então ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, retirou o Porto de Santos do PND (Programa Nacional de Desestatização).

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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