São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Lula elogia governador interino do Rio e cita seis prisões, mas eram cinco

Em visita a obras na BR-116, presidente destacou Ricardo Couto e mencionou Luiz Fernando Pezão, presente na cerimônia.

Lula elogia governador interino do Rio e cita seis prisões, mas eram cinco

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou o governador interino do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, durante uma visita a obras na BR-116. Na mesma cerimônia, porém, citou que o Estado já teve seis governadores presos — o número correto é cinco — enquanto Luiz Fernando Pezão, um dos ex-governadores detidos, estava na plateia.

Lula afirmou que Couto assumiu interinamente e que sua atuação estaria despertando no estado a percepção de que há pessoas sérias na administração pública. “Como aqui já foram presos seis governadores, ele assumiu interinamente”, disse o presidente.

Pezão é prefeito de Piraí, cidade de 27 mil habitantes no sul fluminense. Ele foi preso em novembro de 2018, ainda durante o governo estadual, na operação Boca de Lobo. A acusação era de recebimento de propinas e participação em um esquema de corrupção liderado por Sergio Cabral, de quem Pezão foi vice-governador. A prisão preventiva foi revogada pelo Superior Tribunal de Justiça em dezembro de 2019.

Em junho de 2021, Pezão foi condenado a 98 anos, 11 meses e 11 dias pelos crimes investigados na operação. A sentença foi assinada pelo juiz Marcelo Bretas. Em abril de 2023, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região absolveu o ex-governador.

Além de Pezão, foram presos em algum momento das carreiras os ex-governadores Moreira Franco, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho e Sérgio Cabral.

Elogios a Couto

Lula disse que o Rio está de parabéns pelo governador interino e afirmou que Couto veio para cumprir uma missão. Também declarou que, embora não tenha sido eleito, ele poderia ser considerado o governador de mais credibilidade na história do Brasil por executar o que se propôs a fazer.

O presidente ainda criticou governantes que, segundo ele, fazem compromissos com o crime organizado e com milicianos ou entregam medalhas de honra a assassinos. Ao final, defendeu os investimentos de seu governo no Estado e disse que a meta é levar o país de uma condição em desenvolvimento para uma desenvolvida.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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