São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Haddad critica ausência de Tarcísio em debate e governador defende revisão do formato

Candidato à reeleição não foi ao debate da Record TV e afirmou que os encontros se tornaram repetitivos; petista contestou a decisão.

Haddad critica ausência de Tarcísio em debate e governador defende revisão do formato

Fernando Haddad (PT) criticou a ausência de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no debate da Record TV, realizado no início da tarde de ontem. O governador e candidato à reeleição justificou que o modelo dos encontros precisa ser revisto porque eles se tornaram repetitivos.

Sem Tarcísio, o programa acabou convertido em uma sabatina com Haddad. O candidato petista afirmou que os dois concentram 90% dos votos válidos e disse que a presença do governador permitiria ao eleitor comparar propostas para o Estado de São Paulo.

“O fato da Record ter convidado só nós dois era uma oportunidade de a gente fazer um confronto de ideias”, afirmou Haddad. Para ele, a ausência representa desrespeito ao eleitor e indica que as propostas de Tarcísio não seriam suficientes para garantir um segundo mandato.

Justificativa de Tarcísio

Tarcísio participou de uma agenda de campanha no Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), na capital. Depois do ato, afirmou que os debates precisam ser propositivos e questionou se o formato atual acrescenta informações para o eleitor.

“Os debates precisam de uma revisão em termos de modelo, porque viraram muito mais do mesmo”, disse o governador. Ele também criticou a repetição de conteúdo e afirmou que os encontros não devem servir apenas para produzir recortes para as redes sociais.

A campanha de Tarcísio tem evitado grande parte das sabatinas com veículos de imprensa no primeiro turno e adotou a mesma decisão em relação ao debate da Record TV. Em nota, afirmou que os principais temas da eleição já foram discutidos e que, na reta final, a prioridade seria conciliar compromissos eleitorais pelo Estado com as responsabilidades de governo.

Apesar da justificativa, não havia agendas oficiais de governo desde o dia 14, quando Tarcísio deixou a campanha para visitar cidades afetadas pelas chuvas.

Haddad voltou a contestar a decisão no último sábado, após um encontro com mulheres evangélicas. Segundo ele, a ausência seria uma estratégia para evitar a comparação entre os candidatos e reduziria a possibilidade de escolha do eleitor.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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