São Paulo, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Eleição em Santa Catarina combina corrida presidencial e disputa acirrada ao Senado

Eleitores catarinenses escolhem seis cargos neste domingo, em uma votação rápida, mas com efeitos políticos previstos para os próximos quatro anos.

Eleição em Santa Catarina combina corrida presidencial e disputa acirrada ao Senado

Os 5,7 milhões de eleitores do estado vão às urnas neste domingo (4) para escolher deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. A Justiça Eleitoral estima que cada eleitor leve, em média, um minuto para concluir a votação. A previsão é que os resultados sejam conhecidos poucas horas depois do encerramento.

A campanha durou 49 dias, mas as disputas apresentaram ritmos diferentes. Na corrida presidencial, o período foi marcado pela decisão entre continuidade e renovação. O segundo turno pode levar a uma escolha inédita: um quarto mandato de Lula ou a eleição de Flávio Bolsonaro, que seria a primeira de um filho de ex-presidente para a chefia de Estado no Brasil.

Governo de Santa Catarina

Na disputa pelo governo estadual, Jorginho Mello (PL) liderou as pesquisas de intenção de voto apresentadas até a última semana e concentrou parte relevante da agenda eleitoral. A campanha do governador destacou obras e ações do mandato, enquanto os adversários exploraram a gestão em temas como filas da saúde, indicadores de saneamento básico e o caso do Cão Orelha.

João Rodrigues (PSD) e Gelson Merisio (PSB) estiveram entre os rivais que abordaram esses temas. A dificuldade de enfrentar o grupo político de Jorginho fez a corrida parecer mais lenta e previsível. O debate da NSC TV e a última pesquisa Quaest contratada pela NSC aumentaram a expectativa sobre a confirmação das tendências ou uma possível reviravolta.

Senado

A disputa pelas duas cadeiras de senador apresentou maior indefinição. Carol de Toni e Carlos Bolsonaro (PL) formaram a chapa apoiada por Jorginho Mello e Jair Bolsonaro. A entrada de Esperidião Amin (PP) na chapa de João Rodrigues acrescentou um terceiro nome bolsonarista com força na disputa, depois que o governador não acolheu o grupo governista.

Carlos Bolsonaro, Carol de Toni e Esperidião Amin trocaram críticas sobre votações, postura e relação com o estado. Décio Lima (PT), ex-presidente do Sebrae, tentou aproveitar a divisão do bolsonarismo para atrair eleitores lulistas.

As últimas pesquisas indicaram pelo menos quatro candidatos em faixas próximas de intenção de voto para apenas duas vagas. A disputa pode ser definida voto a voto e permanecer aberta até os minutos finais da apuração. O voto será depositado em poucos segundos, mas as escolhas terão efeitos por pelo menos quatro anos.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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