São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Decisão de Mendonça leva ministros do governo ao presidente do STF

Wellington César Lima e Silva e Jorge Messias conversaram com Edson Fachin após afastamentos na Polícia Federal.

Decisão de Mendonça leva ministros do governo ao presidente do STF

A decisão do ministro André Mendonça de afastar preventivamente dois dirigentes da Polícia Federal levou o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma reunião com Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (8/9).

O encontro durou cerca de 30 minutos. Na saída, Messias classificou a conversa como “muito institucional e republicana”.

Foram afastados Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, e Leandro Almada da Costa, diretor de Inteligência Policial da corporação. Mendonça afirmou haver indícios de monitoramento sistemático e ilegal feito pelo setor de inteligência da PF contra ele e Messias.

Medidas determinadas

No despacho, Mendonça disse que o afastamento pretende preservar garantias da magistratura, a segurança pessoal dos envolvidos e as condições para apurar a elaboração dos relatórios. O ministro também ordenou que a Corregedoria da PF instaure procedimentos penal e administrativo-disciplinar.

Ao longo do último mês, Wellington e Messias buscaram viabilizar uma conversa entre Mendonça e Andrei Rodrigues. A tentativa ocorreu após atritos relacionados ao Caso Master e à Farra do INSS, os dois relatados por Mendonça.

A reunião entre o ministro e o diretor-geral da PF não aconteceu. Depois disso, houve um embate entre Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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