São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Casamento de filho de Moraes tem segurança reforçada em São Paulo

Cerimônia na zona sul de São Paulo reuniu forças de segurança e restringiu o acesso ao local; não houve manifestações.

Casamento de filho de Moraes tem segurança reforçada em São Paulo

Alexandre Barci de Moraes, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, casou-se na tarde deste sábado, 26, em um espaço de festas na região de Cidade Jardim, na zona sul de São Paulo. O local teve forte esquema de segurança e não registrou manifestações contra o ministro.

Os primeiros convidados chegaram por volta das 15h. A Polícia Judicial coordenou a operação, que também contou com a Polícia Militar de São Paulo e a Guarda Civil Metropolitana. Agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) ajudaram a restringir a circulação de veículos nas proximidades.

Imprensa e população não conseguiram chegar a menos de 200 metros do espaço. Entre as medidas adotadas estiveram o bloqueio de uma passarela de pedestres nos arredores do Shopping Cidade Jardim e o fechamento de ao menos uma entrada do Parque Linear Bruno Covas. A restrição incomodou ciclistas que tentaram acessar o local.

Havia receio de protestos por causa da crise no STF e de revelações recentes sobre diálogos entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. As mensagens foram extraídas pela Polícia Federal do celular de Vorcaro e constam de um relatório da corporação. Segundo o documento, o banqueiro pediu auxílio e orientações ao ministro sobre investigações envolvendo o banco.

Contratos e cartões

Os filhos de Moraes também aparecem nas conversas. Em outubro de 2025, o Banco Master emitiu cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para Alexandre e Giuliana, a pedido do escritório Barci de Moraes, onde os dois trabalham.

O relatório registra ainda que o ministro editou uma minuta de contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório de sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes. Há também menção a um segundo contrato, de R$ 50 milhões, pago por meio da transferência de cotas de duas aeronaves de Vorcaro, em uma espécie de sociedade oculta, conforme os diálogos.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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