São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Canal do Panamá avalia reduzir passagens para 29 navios por dia

A seca associada ao El Niño já levou o canal a reduzir o limite diário de 36 para 32 embarcações.

Canal do Panamá avalia reduzir passagens para 29 navios por dia

A administração do Canal do Panamá avalia novas limitações ao tráfego de embarcações caso a seca associada ao El Niño continue. A rota responde por 5% do comércio marítimo mundial e tem Estados Unidos e China como principais usuários.

O limite diário de passagens, que já caiu de 36 para 32 navios, pode ser reduzido novamente em fevereiro ou março. Ilya Espino de Marotta, que assumiu a direção do canal nesta segunda-feira (7), afirmou que a movimentação pode ficar em 29 embarcações por dia, sem necessariamente chegar às 24 vagas consideradas em outra hipótese.

“Não descartamos que em fevereiro ou março seja necessário reduzir”, disse Espino de Marotta. Ela também afirmou que não espera a retomada das restrições observadas em 2023.

A operação da via interoceânica depende da água da chuva acumulada nos lagos artificiais de Gatun e Alhajuela. Os reservatórios tiveram redução dos níveis por causa da seca provocada pelo El Niño, descrito no texto como o mais intenso já registrado e responsável por um alerta nacional.

Em 2023, o fenômeno levou o canal a diminuir de 38 para 22 as passagens diárias, depois que os lagos atingiram níveis mínimos. Na sexta-feira, foram registradas 34 embarcações em trânsito. A partir de 15 de setembro, o limite será de 32 navios.

O calado máximo também foi reduzido progressivamente, de 15,24 para 14,63 metros. O canal foi construído pelos Estados Unidos em 1914.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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