São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Renan Santos pede saída de ministros do STF e de chefias da PF e da PGR

Em ato no Ibirapuera, candidato também defendeu novas regras constitucionais e continuidade das investigações sobre o Banco Master.

Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pediu nesta segunda-feira (7) o afastamento de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), além de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e Paulo Gonet, procurador-geral da República.

As demandas foram apresentadas em um manifesto durante ato no Parque Ibirapuera. O documento também propõe a continuidade das investigações sobre o Banco Master, incluindo a apuração da conduta de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico, “custe a quem custar”.

“Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”, afirmou Renan.

Críticas à política e proposta constitucional

No discurso, o candidato criticou a falta de indignação da população diante dos problemas do país. Ele afirmou que os brasileiros estão “viciados no erro” e que as gerações mais velhas mantêm escolhas políticas equivocadas.

Renan disse ter ficado assustado com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) nas primeiras colocações das pesquisas eleitorais. Para ele, a defesa de políticos específicos substituiu o combate à corrupção como prioridade dos eleitores.

O candidato também defendeu uma nova Constituição e afirmou que a atual Carta e os responsáveis por sua elaboração fracassaram. Ele não detalhou como seria convocado o processo constituinte nem quais mudanças pretende fazer.

Segurança pública

Renan defendeu que policiais atirem contra criminosos armados e rejeitou classificar essa posição como radical. Também afirmou não aceitar uma democracia que, segundo ele, deixe brasileiros submetidos ao crime organizado.

“Se isso é democracia para vocês, eu não sou um democrata”, afirmou.

Na sequência, ele disse que o Brasil é uma república democrática e que os direitos humanos dos brasileiros devem ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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