A expectativa de melhora da economia brasileira nos próximos seis meses avançou de 36% para 41%, segundo a pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 14. Ao mesmo tempo, a parcela que prevê piora recuou de 29% para 22%.
A fatia dos entrevistados que espera estabilidade aumentou de 22% para 25%. Outros 13% não souberam responder ou não responderam.
Apesar da melhora nas expectativas, a avaliação do momento atual continua negativa para a maioria. A economia é considerada ruim ou péssima por 53% dos entrevistados, regular por 28% e ótima ou boa por 17%. Na rodada anterior, os índices eram de 52%, 30% e 16%, na mesma ordem.
Finanças pessoais e problemas do país
Também cresceu a parcela que prevê melhora na própria situação financeira: de 43% para 47% nos próximos seis meses. A estabilidade foi citada por 31%, enquanto 12% esperam piora e 10% não souberam responder.
Segurança pública, violência e criminalidade aparecem entre os dois principais problemas do Brasil para 34% dos participantes. Saúde pública foi mencionada por 28%; corrupção, por 27%; e educação, por 18%. A preocupação com a classe política subiu de 9% para 16% e ficou na quinta posição. Baixo crescimento econômico marcou 10%, desemprego, 9%, e inflação, custo de vida ou preços altos, 8%.
Quando os entrevistados apontaram apenas o primeiro problema, corrupção liderou, com 20%. Segurança pública veio depois, com 17%, e saúde pública registrou 12%. A pergunta foi espontânea e permitiu indicar um primeiro e um segundo problema.
A Nexus ouviu, por telefone, 2.003 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.




