São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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iFood prevê investir R$ 24 bilhões no Brasil até março de 2027

Plano prevê expansão em categorias como mercados e pet shops, tecnologia própria e serviços financeiros da companhia.

iFood prevê investir R$ 24 bilhões no Brasil até março de 2027

O iFood anunciou investimento de R$ 24 bilhões no Brasil no ano fiscal que termina em março de 2027. O montante é 41% maior que o aplicado no ciclo anterior, segundo a empresa.

A plataforma concentrará os recursos em quatro frentes: fortalecimento dos restaurantes; expansão de categorias como farmácias, supermercados, lojas e pet shops; desenvolvimento de tecnologia própria; e soluções além do delivery, incluindo o iFood Pago, fintech da companhia.

O presidente do iFood, Diego Barreto, afirmou que cerca de 40% das receitas e dos resultados deverão vir, até o fim deste ano, de negócios que não são o delivery de restaurantes. “O grande resultado esperado com o investimento é uma consolidação definitiva do nosso ecossistema”, disse.

No ciclo anterior, os negócios relacionados a mercados cresceram 60%, enquanto os de farmácias avançaram 70%. Em pet shops, a alta ficou acima de 100%, de acordo com Barreto.

Tecnologia e concorrência

Os investimentos em tecnologia e inovação devem superar R$ 2 bilhões. Entre os projetos estão a evolução de agentes de inteligência artificial e um modelo de IA generativa desenvolvido pelo iFood em conjunto com a Prosus, sua controladora europeia.

Barreto disse que o avanço de serviços concorrentes, como 99Food e Keetha, não preocupa a plataforma. “Mesmo com a concorrência, o que a gente tem aqui é uma capacidade de inovar num patamar e diferença que permite continuar sendo a primeira opção no nosso mercado”, afirmou.

O iFood completou 15 anos de operação no Brasil e conta com uma rede de 600 mil entregadores. A empresa informa que a plataforma recebe mais de 180 milhões de pedidos por mês no país.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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