José Boto pediu paciência com Joaquín Freitas e Anthony Valencia antes da apresentação dos dois reforços do Flamengo, nesta sexta-feira (04), no CT Ninho do Urubu. O dirigente citou a trajetória de Erick Pulgar para afirmar que avaliações negativas na chegada não definem o desempenho dos jogadores no clube.
Pulgar, atualmente um dos principais nomes do elenco, foi recebido com desconfiança e chegou a ser chamado de “bagre” por parte da torcida e da imprensa. Boto afirmou que o volante passou por esse tipo de análise antes de se tornar um jogador importante e pediu que os novos atletas sejam observados durante o processo de adaptação.
O chileno também viveu altos e baixos com a camisa do Flamengo, mas hoje é considerado peça fundamental no esquema de Leonardo Jardim. O clube estendeu o contrato do jogador, que terminava em 2027, até dezembro de 2029.
Rossi também pede tempo para Freitas
Após a vitória do Flamengo sobre o Mirassol, o goleiro Rossi falou sobre a chegada de Joaquín Freitas. Ele destacou a necessidade de ajudar o argentino a se adaptar ao futebol brasileiro e ao ambiente do clube.
Rossi afirmou que Freitas vem de divisões inferiores da Argentina, assim como ele, e estreou na terceira divisão com idade próxima à do goleiro. O novo reforço tinha 16 anos quando fez essa estreia.
O goleiro disse ter acompanhado partidas de Freitas e avaliou que o jogador poderá ajudar o Flamengo, mas ressaltou que a mudança exige tempo. Para Rossi, sair de casa ainda jovem e atuar em um clube submetido a forte pressão torna a adaptação mais difícil.
Freitas chega ao Flamengo depois de atuar no River, onde, segundo Rossi, já estava acostumado com a pressão. Ainda assim, o goleiro afirmou que a experiência no futebol brasileiro será diferente e que o elenco precisa ajudá-lo a se adaptar rapidamente. Rossi é o camisa 1, enquanto Pulgar veste a camisa 5.



