São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Investigação na Paraíba atribui 16 homicídios a suspeito preso em Mulungu

Jorlan Alves da Silva foi detido durante uma tentativa de fuga; polícia investiga outros crimes e a presença de uma criança com ele.

Investigação na Paraíba atribui 16 homicídios a suspeito preso em Mulungu

A Polícia Civil da Paraíba investiga a participação de Jorlan Alves da Silva em 16 homicídios registrados no Vale do Mamanguape, no agreste paraibano. O homem, de 33 anos, foi preso nesta terça-feira (15), em Mulungu, durante uma tentativa de fuga.

A operação conjunta das Polícias Civil e Militar durou 48 horas e contou com um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba. Segundo a Polícia Civil, informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o apoio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) contribuíram para a localização do suspeito.

Jorlan foi encontrado vestido de mulher e carregando uma criança no colo. De acordo com a Polícia Civil paraibana, a criança passa bem, não tem parentesco com o preso e tem aproximadamente dois anos. As circunstâncias de como ela foi parar com ele ainda são investigadas.

Relatos durante o interrogatório

O delegado Marcos Paulo Sales afirmou que Jorlan declarou ter matado cerca de 80 pessoas ao longo da vida e disse ter cometido o primeiro homicídio aos 13 anos. Durante o interrogatório, conforme a investigação, ele relatou crimes com aparente tranquilidade e apresentou detalhes de algumas ocorrências.

Outro delegado do caso, Douglas Garcia, informou que os 16 homicídios mais recentes já têm elementos considerados fortes pelos investigadores, entre provas técnicas e confissões.

Além de Jorlan, outros dois homens foram presos na operação. Eles também são suspeitos de participação nos crimes e, segundo a Polícia Civil, teriam ligação com a mesma facção de Jorlan. O grupo tem origem no Rio de Janeiro e também atua na Paraíba.

A defesa de Jorlan não foi localizada.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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