São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Filhote de elefante-marinho morre três dias após nascer em Jaguaruna

Animal nasceu no sábado (26), foi monitorado por equipes ambientais e morreu nesta segunda-feira (28); causas são investigadas.

Filhote de elefante-marinho morre três dias após nascer em Jaguaruna

Um filhote de elefante-marinho-do-sul (Mirounga leonina) morreu nesta segunda-feira (28), três dias depois de nascer em uma praia de Jaguaruna, em Santa Catarina. O animal estava junto da mãe, que havia sido encontrada no dia anterior ao nascimento. As causas da morte são investigadas.

A confirmação foi feita por Morgana Gaidzinski, professora e coordenadora do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas (PMP-BP). A fêmea foi localizada na faixa de areia na sexta-feira (25), e os cuidados de preservação foram reforçados. O parto ocorreu na manhã de sábado (26) e foi registrado pelas equipes de monitoramento ambiental.

O PMP-BP atuou com o Museu de Zoologia da Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina (Unesc) e os Bombeiros Voluntários de Jaguaruna. As equipes isolaram uma área de aproximadamente 50 metros para proteger a mãe e o filhote durante a amamentação e o crescimento.

A previsão era acompanhar o desenvolvimento do animal pelas próximas três semanas. Esse era o período esperado para que ele recebesse alimentação e cuidados suficientes antes de entrar no oceano. O filhote, porém, não resistiu. A mãe continua no local.

Outro caso em Santa Catarina

O nascimento em Jaguaruna foi o segundo registro de morte de um filhote da espécie no litoral de Santa Catarina. Em 2024, outro animal nasceu na Praia do Siriú, em Garopaba, e foi encontrado morto aproximadamente um mês depois, na Praia Vermelha.

Segundo Adriana Albuquerque, médica veterinária do Trecho 1 do PMP-BS, o filhote permaneceu 20 dias sob os cuidados da mãe antes de as duas se separarem no oceano. “Segundo estudos, esses animais podem ficar até dois meses na região experimentando e conhecendo o mar antes de partir rumo às colônias”, disse.

A Unesc informou que elefantes-marinhos já apareceram em Santa Catarina, mas a presença de uma fêmea com filhote é rara, porque a região não é uma área de reprodução da espécie. De acordo com Morgana Gaidzinski, esses animais costumam se reproduzir somente em colônias na Patagônia Argentina. A investigação sobre a morte continua.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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