São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Lula critica impacto de guerra no Irã sobre combustíveis e alimentos

Presidente afirmou que não quer que o conflito entre Estados Unidos e Irã afete o Brasil e defendeu mudanças na ONU.

Lula critica impacto de guerra no Irã sobre combustíveis e alimentos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (21) que não quer que a guerra dos Estados Unidos contra o Irã afete o Brasil. Em entrevista à jornalista Christiane Amanpour, da CNN Internacional, ele criticou o impacto do conflito sobre combustíveis, fertilizantes e alimentos.

“O mundo agora está pagando combustível mais caro, gasolina mais cara, fertilizantes mais caros, e o preço da comida está subindo”, declarou Lula. O presidente afirmou ainda que o governo brasileiro adotou medidas para evitar a alta dos alimentos e disse: “Nós não queremos que essa confusão das guerras chegue no Brasil”.

Críticas à ordem internacional

Lula afirmou que o Conselho de Segurança da ONU e a Organização Mundial do Comércio (OMC) não funcionam. Também mencionou as mortes de crianças na Faixa de Gaza e questionou quando a fome no mundo será encerrada.

O presidente defendeu mudanças na organização da ONU e a ampliação da representatividade nas Nações Unidas. Segundo ele, a instituição está desacreditada e os líderes globais não estão fazendo o necessário para promover soluções.

Lula disse estar muito incomodado e indignado com a situação política internacional, que, em sua avaliação, está piorando. Ele também criticou invasões entre países e afirmou que não se pode viver sob mentiras, ao mencionar justificativas apresentadas para intervenções dos Estados Unidos no Iraque e na Venezuela.

O presidente criticou ainda líderes que não acreditam nas mudanças climáticas e citou Donald Trump como exemplo.

Lula chegou a Nova York no domingo (20). Nesta terça-feira, 22, fará o discurso do Brasil na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. Não há confirmação de encontro bilateral com Trump. Em um encontro com pastores evangélicos na semana passada, o presidente afirmou que chamará de covardes os líderes dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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