São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Lula critica trajetória de Flávio Bolsonaro e defende reforma política

Em entrevista, o presidente afirmou que o senador nunca trabalhou e questionou emendas, agências reguladoras e fundos eleitorais.

Lula critica trajetória de Flávio Bolsonaro e defende reforma política

O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criticou a trajetória política do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu principal adversário na corrida presidencial deste ano. As declarações foram dadas nesta quarta-feira, 30, em entrevista a influenciadores de esquerda exibida no canal do YouTube Cosmo Política.

Lula afirmou que Flávio nunca trabalhou e que foi eleito vereador aos 21 anos com apoio do crime organizado do Rio de Janeiro e de milicianos. “Ele foi eleito vereador com 21 anos de idade, já apoiado pelo crime organizado do Rio de Janeiro, pelos milicianos e nunca mais parou”, disse.

O presidente também criticou a trajetória do pai do senador, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Lula, Bolsonaro também nunca trabalhou, entrou para o Exército e tentou “estourar quartel”.

Na entrevista, Lula questionou ainda o apoio de pessoas com formação universitária a Bolsonaro. Ele disse ficar “com pena” ao ver economistas e cientistas votando no ex-presidente e perguntou o que essas pessoas esperam da vida e aprenderam de política.

Congresso e fundos eleitorais

Lula criticou o volume atual das emendas parlamentares e afirmou que o Congresso passou a controlar parte das agências reguladoras. Para ele, há representantes de empresários indicados por senadores nesses órgãos, o que classificou como um equívoco.

“Não existe país no mundo em que Congresso fica com 50% do orçamento da União”, afirmou.

O presidente também disse que, no passado, apoiava a existência dos fundos eleitoral e partidário, mas agora é contrário aos mecanismos. Na avaliação dele, os fundos levaram os partidos políticos à promiscuidade. Lula declarou ser favorável a uma nova reforma política e disse que trabalharia para acabar com os fundos, caso dependesse de sua vontade pessoal.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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