São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Mercado em tempo real
Política

Augusto Cury apresenta propostas para turismo, ensino técnico e agronegócio

Em encontro em São Paulo, candidato do Avante também propôs dividir o BNDES e reduzir juros para ampliar o crédito a microempresas.

Em evento com jovens influenciadores, Cury promete 'revolucionar' turismo, educação, medicina e agricultura
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) apresentou propostas para turismo, educação, medicina, agricultura e crédito durante um encontro com influenciadores digitais na capital paulista nesta segunda-feira (21).

Para o turismo, Cury defendeu a realização de duas Black Weeks por ano, com convênios entre companhias aéreas, restaurantes e hotéis. O objetivo, segundo ele, seria ampliar o fluxo de visitantes ao Brasil. O candidato afirmou que o país recebe 9 milhões de turistas, enquanto o México recebe cinco vezes mais e a Espanha, dez vezes mais.

Na educação, a proposta é transformar o ensino médio em ensino técnico. Cury declarou que 80% dos jovens não fazem esse tipo de formação, entre os 7,3 milhões de estudantes do ensino médio. Ele também mencionou planos para mudanças na medicina e na agricultura.

Agro e produção de alimentos

Para o agronegócio, Cury afirmou que pretende elevar a produção de alimentos de 350 milhões para 700 milhões de toneladas em 10 anos. O plano inclui verticalizar a produção, com a instalação de frigoríficos no Nordeste e no Centro-Oeste para transformar soja e milho em proteína, além da venda de suínos e frangos.

O candidato disse que o setor tem lucratividade de 5% e paga 20% de custeio. Também citou projetos em citricultura, grãos e seringueira. Ao defender o aumento da produção, afirmou que o Brasil deveria alimentar pelo menos 2 bilhões de pessoas.

Crédito e juros

Cury propôs dividir o BNDES em dois bancos: um para grandes empresas e outro para microempresas. Também defendeu agências do banco empreendedor em comunidades, favelas e escolas públicas.

O candidato relacionou a redução dos juros à expansão do financiamento para pequenos negócios. Segundo ele, cada 1% a mais na taxa Selic representa mais de R$ 100 bilhões em gastos para financiar o déficit público e a dívida pública.

Cury afirmou que, com responsabilidade fiscal, seria possível levar os juros, em um a dois anos, para 5% a 6% ou 4% a 5%. A redução, disse, abriria espaço para financiar 10 milhões de microempresas e talvez 15 milhões de microempresas.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.