São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Cury vincula Estado enxuto a responsabilidade fiscal e eficiência

Candidato do Avante defende menor intervenção na economia, mas rejeita a ideia de ausência de Estado associada a Javier Milei.

Cury vincula Estado enxuto a responsabilidade fiscal e eficiência

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu nesta segunda-feira, 7, um Estado enxuto, com responsabilidade fiscal e capacidade de acelerar processos administrativos. Ele citou como exemplo a concessão de licenças.

Cury também propôs que a administração pública adote indicadores de eficiência para diferentes setores. A avaliação foi apresentada durante uma sabatina, ao responder sobre a corrente econômica mais próxima de sua visão: o keynesianismo, associado à maior intervenção estatal, ou a escola austríaca, favorável a uma participação menor do governo na economia.

O candidato disse considerar a escola austríaca interessante e afirmou ser contrário à intervenção excessiva do Estado. Para Cury, a redução da estrutura pública não deve significar a eliminação da atuação estatal.

“A escola austríaca é muito interessante. E o keynesianismo estimula a intervenção excessiva do Estado. Eu sou contra a intervenção excessiva do Estado”, afirmou.

Ele também criticou o que classificou como uma ausência de Estado defendida pelo presidente da Argentina, Javier Milei. “Para mim, o Estado tem que ser mínimo, mas ele não tem que ter a ausência de Estado como o Javier Milei prega, e ele nem está conseguindo”, acrescentou.

Na avaliação de Cury, o modelo ideal combina uma estrutura pública enxuta e rápida com responsabilidade fiscal, licenças mais ágeis e métricas de eficiência em diferentes áreas.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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