São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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CNBB relata perda de acesso à conta oficial no X

Entidade afirma que já enviou comprovações sobre a titularidade e orienta seguidores a usar outros canais oficiais.

CNBB relata perda de acesso à conta oficial no X

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) informou nesta sexta-feira (25/09) que enfrenta dificuldades para acessar a conta oficial @cnbbnacional no X. A entidade disse ter procurado representantes da plataforma no Brasil e estar adotando procedimentos para recuperar o perfil.

A CNBB afirmou que já encaminhou as informações e comprovações solicitadas sobre a titularidade e a gestão da conta. A nota foi assinada pela Assessoria de Comunicação da entidade, ligada à Igreja Católica, e não informa quando o problema começou.

O perfil permanece disponível no X, mas está sem foto. A publicação mais recente foi feita na terça-feira (22/09). Enquanto o acesso não for normalizado, a CNBB orienta que sejam considerados oficiais seus canais no portal institucional, Instagram, Facebook, YouTube, TikTok e LinkedIn.

A entidade afirmou: “está realizando os procedimentos necessários para recuperar o acesso ao perfil”. Também disse que mantém o compromisso com uma comunicação responsável, transparente e a serviço da Igreja no Brasil.

Relação com polêmica envolvendo Flávio Bolsonaro

O comunicado foi divulgado um dia depois de uma controvérsia envolvendo o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro. Na quinta-feira (24/09), a jornalista Maria Cristina Fernandes afirmou, durante um programa da GloboNews, que setores da Igreja Católica estariam rejeitando a candidatura por causa da ligação de Flávio com grupos evangélicos que defendem a retirada do título de Padroeira do Brasil atribuído a Nossa Senhora Aparecida.

A discussão envolve o projeto de lei 2.623/2007, apresentado pelo então deputado federal Victório Galli Filho. A proposta alterava a Lei 6.802/1980 para substituir a expressão “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos” e trocar “culto público e oficial” por “homenagem oficial”.

O projeto foi arquivado em agosto de 2008, após relatório do deputado Átila Lira (PP-PI), aprovado por unanimidade na Comissão de Educação e de Cultura. Galli Filho, que também é pastor evangélico, deixou a Câmara ao não ser eleito em 2018 nem em 2022.

Em fevereiro de 2019, ele foi nomeado assessor especial da Presidência pelo então presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, e deixou o cargo quatro meses depois, em junho de 2019. Galli Filho mantém fotos com Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro em seus perfis nas redes sociais. Uma das imagens traz pedidos de voto para Flávio em Sinop, no interior de Mato Grosso.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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