São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado diz que não é personagem criado para disputar eleição

Candidato do PSD também falou sobre pesquisas, STF, câmeras corporais e mudanças que pretende fazer no tribunal se for eleito.

Caiado sobre Flávio Bolsonaro: 'Personagem criado para disputar uma eleição'
Foto: Reprodução/UOL

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta sexta-feira (4) que sua trajetória política não depende de associação com outros nomes e que, ao contrário de Flávio Bolsonaro, não é um personagem criado para disputar uma eleição.

“Eu tenho autonomia, eu não sou um personagem criado para disputar uma eleição”, disse Caiado durante sabatina. Ele afirmou ter orgulho do próprio nome e sobrenome e declarou que construiu sua carreira política sem precisar estar vinculado a outras pessoas.

Pesquisas e segundo turno

Caiado também comentou o avanço de Augusto Cury (Avante), que o ultrapassou nas pesquisas eleitorais divulgadas nesta semana e passou ao terceiro lugar. O candidato do PSD disse que Cury tem o direito de apresentar sua candidatura.

“A sociedade vai analisar até o dia 4 de outubro quem é que deve enfrentar o Lula no segundo turno”, afirmou.

STF e segurança pública

Questionado sobre a crise entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Caiado defendeu a abertura das investigações ao público. A crise começou após André Mendonça retirar o sigilo de investigações da Polícia Federal, que mostraram troca de mensagens entre Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e Alexandre de Moraes.

Caiado disse que vem solicitando há mais de três semanas a quebra de todos os sigilos relacionados aos políticos que disputam a eleição, para que a sociedade tenha acesso às informações levantadas.

Se eleito, ele afirmou que pretende propor reformas no STF. Entre as medidas mencionadas estão a escolha de ministros com mais de 60 anos, a avaliação do currículo dos candidatos por autoridades ligadas à Justiça e a criação de um período de quarentena para a ocupação de cargos políticos antes e depois de uma vaga no tribunal.

O candidato também se declarou contrário ao uso de câmeras corporais por policiais, sem detalhar os motivos. Ele negou que a posição represente tolerância a abusos e defendeu que cada governador decida sobre a adoção dos equipamentos. “Cada governador tem a sua opção”, disse.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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