São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Acordo prevê presença militar dos EUA e veto a bases na Groenlândia

Pacto com a Dinamarca deve ser assinado na Assembleia Geral da ONU, na próxima semana, mas seus termos ainda não foram detalhados.

Acordo prevê presença militar dos EUA e veto a bases na Groenlândia

Dinamarca e Groenlândia disseram que o acordo anunciado por Donald Trump será assinado durante a Assembleia Geral da ONU, na próxima semana. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, afirmou que o entendimento pode ser positivo para a Groenlândia, o reino da Dinamarca e os Estados Unidos. O chefe de governo groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, disse que o pacto fortalece a segurança do território.

O presidente dos Estados Unidos declarou nesta sexta-feira (18) que Washington terá controle permanente sobre a segurança da Groenlândia. Pelo anúncio, Rússia e China não poderão instalar bases no território autônomo, administrado por Copenhague.

Trump também afirmou que os Estados Unidos iniciarão imediatamente a construção de uma presença militar importante na ilha, localizada no Ártico. “Nenhum adversário dos Estados Unidos poderá ter uma base na Groenlândia”, disse o presidente, que também citou a necessidade de aprovação expressa por escrito para presença militar ou investimentos sensíveis.

Os detalhes do acordo não foram apresentados. Também não está claro se ele tem relação com um entendimento fechado por Trump com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, durante o fórum econômico de Davos, em janeiro. Os termos daquela negociação continuam vagos.

Os Estados Unidos já mantêm a base de Pituffik, no norte da Groenlândia. Há planos, segundo as informações disponíveis, para abrir três novas bases militares no sul do território. Um acordo de defesa de 1951, atualizado em 2004, permite que Washington amplie tropas e instalações militares na ilha após informar previamente a Dinamarca e a Groenlândia.

A iniciativa ocorre após um período de tensão. Trump havia defendido o controle americano da Groenlândia por razões estratégicas e não descartou usar a força para tomar o território, que tem 57.000 habitantes. A posição preocupou a União Europeia e a Otan. Depois, a aliança lançou uma missão para reforçar a segurança no Ártico.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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