São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Sérgio troca caminhão por comércio eletrônico e chega a R$ 220 mil por mês

Após 30 anos nas estradas, empresário vendeu o caminhão e passou a operar uma loja de utilidades domésticas com o filho.

Sérgio troca caminhão por comércio eletrônico e chega a R$ 220 mil por mês

Sérgio Cruz vendeu o caminhão que sustentou sua família por 30 anos e investiu o dinheiro em um comércio eletrônico. A operação, iniciada com mercadorias de utilidades domésticas armazenadas em um cômodo de casa, alcançou faturamento de R$ 220 mil por mês.

O empresário dirigia pelas estradas do Brasil e já estava cansado da rotina de viagens. O caminhão, porém, havia ajudado a criar os filhos e manter a família em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo.

A mudança começou depois que os filhos mais novos passaram a testar oportunidades no comércio digital. Ao acompanhar o crescimento deles, Sérgio decidiu apostar no mesmo modelo. Vendeu o veículo, comprou um estoque inicial e começou a oferecer os produtos em plataformas de marketplace.

Da casa ao galpão

O estoque inicial cabia em um cômodo da residência. Com o aumento das vendas, a família passou a trabalhar em uma sala comercial. Atualmente, a empresa ocupa um galpão inteiro, que já começa a ficar pequeno.

Sérgio conduz o negócio com o filho Paulo. A empresa comercializa cerca de 5 mil produtos por mês, com milhares de opções disponíveis nos marketplaces e presença em diversos canais de venda.

Para ampliar a margem de lucro, pai e filho passaram a importar as mercadorias por conta própria. A operação exige planejamento, principalmente para datas comerciais como o Natal, preparadas meses antes para garantir a disponibilidade dos produtos no período de compras.

No galpão, a equipe separa, embala e despacha os pedidos. Paulo atribui o desempenho à estratégia e à parceria familiar. Sérgio considera a persistência, o estudo contínuo e a disposição para aprender pontos essenciais para o sucesso do negócio.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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