São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Petróleo sobe até 0,8% e registra maior alta semanal desde julho

WTI avançou 9,7% na semana, enquanto o Brent ganhou 9,3%, diante das tensões no Golfo Pérsico e do risco aos fluxos da região.

Petróleo sobe até 0,8% e registra maior alta semanal desde julho

Os preços do petróleo terminaram esta sexta-feira (4) em alta, com os investidores acompanhando os ataques no Golfo Pérsico e os riscos de uma redução prolongada do transporte de petróleo pela região. O movimento levou as duas principais referências a registrar o maior avanço semanal desde meados de julho.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para outubro ganhou 0,2%, equivalente a US$ 0,18, e encerrou o dia a US$ 91,48 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para novembro subiu 0,8%, ou US$ 0,76, para US$ 96,28 por barril.

Na semana, o WTI acumulou valorização de 9,7%. O Brent teve alta de 9,3%. O mercado passou a considerar por mais tempo a possibilidade de interrupções nos fluxos do Golfo Pérsico, em meio à escalada das tensões geopolíticas.

Analistas do ANZ avaliam que o setor de energia entrou em um período de ajuste. Os estoques elevados contribuíram para conter os efeitos iniciais da crise de oferta, mas a redução dessas reservas aumenta o desafio de preservar o equilíbrio do mercado.

Nos Estados Unidos, o Tesouro anunciou sanções contra empresas turcas que teriam vínculos com o regime iraniano. O diesel atingiu preço médio recorde de US$ 5,85 por galão nesta sexta-feira (4), pressionando as despesas de transporte e sendo repassado aos consumidores em sobretaxas de entrega e no encarecimento de produtos, sobretudo alimentos.

Os investidores também monitoram a viagem de negociadores americanos a Moscou e Kiev nos próximos dias, voltada a uma nova tentativa de avançar nas negociações para encerrar a guerra na Ucrânia. A China, por sua vez, defende ampliar a cooperação energética com a Rússia.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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