São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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GWM planeja fábrica em Aracruz com capacidade para 200 mil veículos por ano

Unidade no Espírito Santo deve começar a operar em 2029, com produção de elétricos, híbridos e modelos a combustão.

GWM planeja fábrica em Aracruz com capacidade para 200 mil veículos por ano

A Great Wall Motor (GWM) prevê iniciar em 2029 a operação de sua segunda fábrica no Brasil. A unidade será construída em Aracruz, no Espírito Santo, terá capacidade para produzir até 200 mil veículos por ano e poderá gerar até 10 mil empregos diretos e indiretos.

O projeto foi anunciado pela montadora e pelo governo do Espírito Santo em junho deste ano. A fábrica faz parte do plano de R$ 10 bilhões em investimentos da GWM no Brasil até 2032.

A construção será feita do zero em uma área de 1,7 milhão de metros quadrados, às margens da ES-257. A estrutura poderá produzir veículos elétricos, híbridos e modelos convencionais a combustão. O primeiro modelo previsto para a linha de montagem é o Ora 5, SUV compacto elétrico lançado no mercado brasileiro.

Produção e empregos

A capacidade da nova unidade será superior à da fábrica da GWM em Iracemápolis, no interior de São Paulo. Inaugurada em agosto de 2025, a planta paulista pode produzir até 50 mil veículos por ano.

Durante as obras, a empresa estima a abertura de entre 1,5 mil e 3,5 mil vagas. Quando atingir plena capacidade, a fábrica poderá gerar até 10 mil postos diretos e indiretos.

Ricardo Bastos, diretor de Assuntos Institucionais da GWM, afirmou que a operação deverá demandar profissionais operacionais, técnicos especializados e engenheiros para atividades de manufatura, desenvolvimento e adaptação de produtos.

Exportações

Segundo a montadora, a escolha de Aracruz considera a proximidade dos mercados consumidores e a estrutura portuária. A localização deverá permitir o recebimento de insumos e o embarque de veículos para outros países da América Latina.

A produção poderá ser destinada inicialmente a Argentina, México, Chile, Colômbia e Uruguai. A empresa pretende usar o Brasil como base industrial para atender diferentes mercados latino-americanos.

A implantação ainda depende de licenciamento ambiental, estudos técnicos, planejamento industrial, preparação do terreno e ações de formação e qualificação dos trabalhadores. O governo do Espírito Santo relaciona o projeto à expansão da atividade industrial no estado.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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