São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado cobra investigação sobre caso Master e critica permanência de Moraes no STF

Candidato do PSD defendeu a divulgação de dados sobre o caso Master e apresentou posições sobre segurança, trabalho e contas públicas.

Caiado critica novas revelações do caso Master
Foto: Fabíola Sinimbú/Agência Brasil

O candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, criticou os envolvidos no caso do Banco Master e defendeu a abertura de investigações sobre as acusações relacionadas à instituição. Na última terça-feira (1), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens entre Daniel Vorcaro, fundador do banco, e o ministro Alexandre de Moraes.

Caiado afirmou que Moraes não tem condições de continuar no STF e pediu que a Corte apure os fatos. Também defendeu que a Polícia Federal e o Supremo divulguem todos os dados mantidos sob sigilo para que a população avalie as informações antes das eleições. Sobre uma suposta negociação de propina envolvendo Gilberto Kassab, presidente do PSD e candidato a vice em sua chapa, disse ser favorável à investigação, mesmo que ela alcance o principal articulador da campanha.

O candidato havia chamado André Mendonça de esperança e pediu que o ministro não recuasse na condução dos casos do INSS e Master. Depois, foi revelado que Mendonça também se encontrou secretamente com Vorcaro em março de 2025.

Na última quarta-feira (2), durante visita ao Mercado Municipal de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, Caiado falou sobre segurança pública, juros e aposentadoria. Disse ser contrário à obrigatoriedade de câmeras corporais em operações policiais e afirmou que confrontos exigem liberdade de ação dos agentes. Também rejeitou o fim da escala 6x1, mas apoiou a escala 5x2 se a mudança considerar os diferentes setores e os efeitos sobre pequenas e microempresas.

O candidato afirmou ainda que pretende apoiar pequenos produtores rurais, direcionar crédito conforme a produção e a necessidade de cada região e comprar alimentos para escolas e asilos por meio do PAA. Na saúde, defendeu o programa Agiliza SUS, com contratação de serviços de Santas Casas e hospitais particulares para reduzir filas de cirurgias eletivas.

O coordenador econômico Roberto Brant, porém, disse que a equipe pretende travar temporariamente, por dois ou três anos, aposentadorias, pensões, benefícios do INSS, transferências de renda e programas sociais para promover ajuste fiscal. Segundo ele, esses gastos consomem 60% da receita corrente líquida da União. Brant afirmou que o salário mínimo continuará acima da inflação e que programas de crédito subsidiado serão cortados para determinadas categorias.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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