São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Mercado em tempo real
Brasil

Loja de Joinville soma quatro invasões e R$ 52 mil em perdas desde 2023

Brechó teve vitrines quebradas e itens levados em ocorrências registradas entre junho de 2023 e agosto de 2026.

Loja de Joinville soma quatro invasões e R$ 52 mil em perdas desde 2023

Uma loja de roupas acumula prejuízo de R$ 52 mil após quatro furtos desde a abertura do brechó, na Rua Lages. As perdas incluem a troca das vitrines e a reposição dos itens levados nas invasões.

O primeiro caso ocorreu dois meses depois da inauguração, em abril de 2023. Em todas as ocorrências, a vitrine principal foi quebrada. A empresa informou que mantém seguro, alarme e monitoramento. “Isso porque a gente paga seguro, paga alarme e monitoramento”, afirmou a sócia proprietária.

Valores e datas

Os registros foram distribuídos da seguinte forma:

  • Junho de 2023: prejuízo de R$ 20 mil, com a quebra do vidro da vitrine e o furto de um celular e dinheiro;
  • Outubro de 2023: prejuízo de R$ 10 mil, após a vitrine ser quebrada e uma televisão ser levada;
  • Maio de 2024: prejuízo de R$ 10 mil, também com a quebra da vitrine e o furto de uma televisão;
  • Agosto de 2026: prejuízo de R$ 12 mil, com duas televisões levadas após a quebra do vidro.

Sobre a frequência dos reparos, a sócia proprietária ironizou: “Vidraceiro já até sabe o nosso endereço de cor”.

Comerciantes pedem mais segurança

O caso integra uma mobilização de comerciantes do Centro de Joinville, que relatam outros furtos e vitrines quebradas. Um grupo entregou ao Síndico do Centro uma carta com pedido de reforço na segurança, principalmente durante a noite. O responsável ficou encarregado de protocolar o documento e encaminhá-lo ao poder público.

A Prefeitura de Joinville informou que a Guarda Municipal faz patrulhamento itinerante em praças, corredores comerciais e outros pontos, incluindo a Rua das Palmeiras, a Praça da Bailarina e o Terminal Central do Transporte Coletivo. O planejamento também prevê rondas no Centro e proteção dos bens públicos.

A gestão municipal afirmou que crimes em estabelecimentos privados são responsabilidade da Polícia Militar e que a investigação cabe à Polícia Civil. Também orientou os comerciantes a registrar boletins de ocorrência.

A Polícia Militar informou que reforçou as rondas, realizou barreiras e adotou outras ações de policiamento. A corporação também disse estar levantando informações para identificar e localizar os envolvidos. A Polícia Civil de Joinville não havia respondido até a publicação das informações.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.