Domingo, 6 de setembro de 2026
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IA simula cortes curtos em famosas, mas não substitui avaliação profissional

Trend permite visualizar mudanças no cabelo, mas fatores como textura, volume, rotina e manutenção continuam decisivos.

IA simula cortes curtos em famosas, mas não substitui avaliação profissional

Vídeos criados com inteligência artificial transformam fotos de famosas em simulações de cortes curtos, principalmente no estilo chanel. Adriane Galisteu, Brunna Gonçalves e Camila Loures compartilharam versões digitais de possíveis mudanças no visual.

O efeito apresenta a alteração como se o corte tivesse sido feito de verdade. A ferramenta, porém, apenas modifica uma fotografia e cria uma sequência com aparência de transformação física.

A tendência permite testar uma ideia antes de levar a mudança ao salão, mas a imagem não mostra necessariamente como o corte funcionaria nos fios reais. Segundo a visagista e terapeuta capilar Mari Borges, formato do rosto, textura, volume, proporções, estilo e rotina de cuidados precisam entrar na decisão.

“A IA consegue mostrar uma possibilidade visual, mas ela não entende completamente a pessoa que está por trás daquela imagem”, afirma Mari.

Limites da simulação

A tecnologia pode suavizar texturas, alterar volumes e criar um acabamento que depende de características difíceis de reproduzir no dia a dia. Um chanel alinhado, por exemplo, pode exigir densidade, caimento e textura específicos, além de secagem e finalização frequentes.

Também é possível que a ferramenta mude características dos fios sem deixar isso evidente no resultado. Por isso, o comprimento e o formato vistos na tela podem ter aparência diferente quando o cabelo estiver em movimento e com sua textura natural.

A simulação pode ajudar na conversa entre cliente e profissional ao tornar mais claro o resultado desejado. A imagem, no entanto, deve ser tratada como referência, não como uma indicação pronta. Cabe ao profissional adaptar a proposta ao que é possível e adequado para cada pessoa.

Antes de transformar a brincadeira em corte, Mari recomenda avaliar a manutenção exigida e a compatibilidade com a rotina. Para ela, a pergunta não deve considerar apenas se a pessoa fica bonita com o cabelo, mas também se o estilo funciona no cotidiano.

A popularização dessas ferramentas facilita a visualização de cortes, cores e comprimentos antes de qualquer mudança. Ao mesmo tempo, pode criar expectativas difíceis de reproduzir exatamente. Na avaliação da especialista, quanto mais perfeita for a imagem gerada, mais importante será interpretá-la com atenção profissional.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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